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	<title>Blog do Plastico &#187; Dicas</title>
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	<description>Tecnologia, Gadgets, Fotografia, Cultura Pop e Nerdices em Geral</description>
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		<title>Criando um Arquivo zip com senha no Mac OSX Leopard</title>
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		<pubDate>Tue, 10 May 2011 23:37:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plastico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como Faz]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mac OS]]></category>
		<category><![CDATA[Como criar arquivo zip com senha no Mac]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente eu precisei criar um arquivo zip com senha para proteger uns arquivos, o problema é que não existe uma opção nativa na interface do MacOS que possibilite isto, e também não estava afim de procurar programinhas para fazer isto, já que vários deles são pagos e os gratuitos não me agradaram nenhum pouco. Resolvi<a href="http://blogdoplastico.com/2011/05/10/criando-um-arquivo-zip-com-senha-no-mac-osx-leopard/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Recentemente eu precisei criar um arquivo zip com senha para proteger uns arquivos, o problema é que não existe uma opção nativa na interface do MacOS que possibilite isto, e também não estava afim de procurar programinhas para fazer isto, já que vários deles são pagos e os gratuitos não me agradaram nenhum pouco. Resolvi eu mesmo buscar uma solução, e acabei descobrindo uma que é pouco agradável para uma boa parte dos usuário de Mac, que é utilizando linha de comando no Terminal.</p>
<p style="text-align: justify;">Esta dica é bem simple e rápida, mesmo para quem tem pouca, ou nenhuma prática em linha de comando. Para compactar um arquivo com senha no Mac, siga os seguintes passos abaixo.</p>
<p style="text-align: justify;">Abra o Terminal, en instalações normais ele fica em <strong>Aplicativos &gt; Utilitários &gt; Terminal</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida vá até a pasta que se quer compactar com o comando <strong>cd</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Ex.: Vamos supor que você queira compactar algumas planilhas que estão dentro de <strong>Documentos &gt; Minhas Planilhas<span style="font-weight: normal;">, no terminal use:</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>$ cd Documents/Minhas\ Planilhas/</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Digamos que dentro desta pasta exista uma pasta chamada &#8220;Orçamentos&#8221; cheia de planilhas que você quer compactar para criar um backup, e você quer impedir que o acesso seja liberado para qualquer pessoa na hora de compactar esta pasta, então no terminal basta executar o comando abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>$ zip -R -e Orçamentos.zip Orçamentos/*</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Será solicitado que uma senha seja digitada e repetida, e no final um arquivo da pasta Orçamentos foi criado e protegido por senha. Para confirmar se está tudo OK, basta executar o comando <em>unzip Orçamentos.zip</em> e ver se uma senha é solicitada no momento de descompactar.</p>
<p style="text-align: justify;">AVISO: Um arquivo zip com senha não é a solução da humanidade, apena dificulta um pouco mais a vida de uma pessoa que tenha acesso ao arquivo e queira saber o seu conteúdo, pois a senha pode ser quebrada com força bruta, o que deve se ter em mente, não só neste caso, mas para a vida é que a segurança de um informação é feita com diversas camadas, esta é só mais uma delas.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero ter ajudado <img src='http://blogdoplastico.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Enviando arquivos de torrent para o Transmission usando o Dropbox</title>
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		<pubDate>Thu, 05 May 2011 20:07:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plastico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como Faz]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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		<description><![CDATA[O Dropbox é talves a ferramenta gratuita de armazenamento de arquivo mais popular da atualidade, a sua capacidade de estar virtualmente em qualquer lugar graças a suas versões para os sistemas mais populares da atualidade, seja ele móvel ou fixo. É possível manter seus arquivos nas núvens e acessá-los de qualquer lugar. É possível salvar<a href="http://blogdoplastico.com/2011/05/05/enviando-arquivos-de-torrent-para-o-transmission-usando-o-dropbox/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">O Dropbox é talves a ferramenta gratuita de armazenamento de arquivo mais popular da atualidade, a sua capacidade de estar virtualmente em qualquer lugar graças a suas versões para os sistemas mais populares da atualidade, seja ele móvel ou fixo. É possível manter seus arquivos nas núvens e acessá-los de qualquer lugar. É possível salvar um arquivo importa no trabalho e o arquivo estar esperando por você em casa.</p>
<p style="text-align: justify;">Sobre o Transmission eu já <a href="http://blogdoplastico.com/2011/04/28/gerenciando-o-transmission-remotamente-com-o-iphone/" target="_blank">falei um pouco sobre ele aqui no blog</a>, é um ótimo cliente de gerenciamento de torrent para MacOS e Linux.</p>
<p style="text-align: justify;">Veja como é possível usar estas duas ótimas ferramentas para que seus torrents possam ser baixados de qualquer lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">A mágica é possível graças a um recurso do Transmission que faz com que ele &#8220;vigie&#8221; uma determinada pasta do sistema, se um arquivo de torrent é colocado dentro desta pasta, automaticamente o Transmission inclui o torrent na lista e começa a baixar o arquivo.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<h1>Enviando arquvidos de Torrent para o Dropbox</h1>
<p style="text-align: justify;">Primeiramente vamos criar uma pasta chamada Torrents dentro da pasta do Dropbox. Não é uma obrigação, mas no meu caso eu criei a pasta de Torrents dentro da pasta de Filmes e criei um link simbólico desta pasta de torrents dentro do Dropbox, desta forma não corro o risco de estourar o limite de tamanho do Dropbox caso um arquivo muito grande seja baixado para dentro desta pasta.</p>
<p style="text-align: justify;">Para fazer o mesmo basta excutar os comando no terminal do Mac (ou Linux) conforme a imagem abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3181" title="link simbólico no dropbox" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/05/ln-no-dropbox.png" alt="link simbólico no dropbox" width="513" height="260" /></p>
<p style="text-align: justify;">Depois de executar este comando irá surgir uma pasta com uma pequena seta de nome Torrent dentro do Dropbox mostrando que o procedimento funcionou. O próximo passo é configurar o Transmission.</p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<h1>Configurando o Transmission para vigiar uma pasta do Sistema</h1>
<p style="text-align: justify;">Na janela de Preferências do Transmission, vá na aba Transferências. Marque a opção <strong>auto-adicionar:</strong> e na opção <strong>Procurar por torrents em:</strong> procure pela pasta Torrents que foi criada dentro da pasta do Dropbox.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesta mesma aba em <strong>Opções:</strong> selecione a sub-categoria <strong>Só ao adicionar manualmente</strong> logo abaixo de <strong>Mostrar uma Janela ao adicionar um torrent</strong>. Desta forma os arquivos vão começar a ser baixados sem que uma janela de confirmação seja exibida, já que remotamente seria mais complicado clicar em &#8220;ok&#8221; para começar a baixar.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3182" title="configuração do transmission" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/05/configuração-do-transmission.png" alt="configuração do transmission" width="547" height="437" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com estas configurações o Transmission já pode começar a receber arquivos de torrent enviando-os para o Dropbox.</p>
<h1 style="text-align: justify;">Testando o envio do torrent pelo iOS</h1>
<p style="text-align: justify;">Veja um exemplo de um arquivo de torrent sendo enviado para o Transmission pelo Dropbox do iOS.</p>
<div id="attachment_3185" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class="size-full wp-image-3185" title="baixando o arquivo de torrent" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/05/baixando-o-arquivo-de-torrent.png" alt="baixando o arquivo de torrent" width="512" height="768" /><p class="wp-caption-text">Baixando Arquivos de Torrent pelo iPhone</p></div>
<div id="attachment_3186" class="wp-caption aligncenter" style="width: 548px"><img class="size-full wp-image-3186" title="open in dropbox" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/05/open-in-dropbox.png" alt="open in dropbox" width="538" height="358" /><p class="wp-caption-text">Abrindo o Arquivo de Torrent no Dropbox do iPhone</p></div>
<div id="attachment_3187" class="wp-caption aligncenter" style="width: 522px"><img class="size-full wp-image-3187" title="torrent no dropbox" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/05/torrent-no-dropbox.png" alt="torrent no dropbox" width="512" height="768" /><p class="wp-caption-text">Arquivo de Torrent &quot;Upado&quot; para o Dropbox</p></div>
<div id="attachment_3189" class="wp-caption aligncenter" style="width: 504px"><a href="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/05/torrent-no-transmission.png"><img class="size-full wp-image-3189 " title="torrent no transmission" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/05/torrent-no-transmission.png" alt="torrent no transmission" width="494" height="283" /></a><p class="wp-caption-text">Torrent aberto no Transmission</p></div>
<p style="text-align: justify;">Com esta dica não é mais preciso esperar chegar em casa para que seus torrents comecem a ser baixados</p>
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		<title>Gerenciando o Transmission Remotamente com o iPhone</title>
		<link>http://blogdoplastico.com/2011/04/28/gerenciando-o-transmission-remotamente-com-o-iphone/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Apr 2011 17:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plastico</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Aprenda a gerenciar seus torrents pelo iPhone]]></category>
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		<description><![CDATA[O Transmission é um dos melhores, senão o melhor cliente de BitTorrent para MacOS e que possui versões para diversas Distribuições Linux, infelizmente até o momento da escrita deste post não existia uma versão dele para Windows, portanto pessoal das &#8220;janelas&#8221; desculpem, este tutorial não é pra vocês&#8230; Enfim, como eu ia dizendo, o Transmission<a href="http://blogdoplastico.com/2011/04/28/gerenciando-o-transmission-remotamente-com-o-iphone/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">O <a href="http://www.transmissionbt.com/" target="_blank">Transmission</a> é um dos melhores, senão o melhor cliente de BitTorrent para MacOS e que possui versões para diversas Distribuições Linux, infelizmente até o momento da escrita deste post não existia uma versão dele para Windows, portanto pessoal das &#8220;janelas&#8221; desculpem, este tutorial não é pra vocês&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Enfim, como eu ia dizendo, o Transmission é bastante leve e muito fácil de utilizar, o que faltaria para ele na minha opinião seria um App para o iPhone, mas o fato deste app não existir não significa que não seja possível gerenciar seus torrents sem precisar estar na frente do computador.</p>
<p style="text-align: justify;">O processo é bastante simples de fazer, veja abaixo os passos que devem ser seguidos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Aviso:</strong> para que esta dica funcione, estou assumindo aqui que seu iPhone ou iPod Touch conseguem ter acesso wireless a rede doméstica ou seja lá qual rede está se tentando fazer isto.</p>
<h1>Configurando a Interface Web do Transmission</h1>
<p style="text-align: justify;">Na Janela de Prefências do Transmission selecione a opção <strong>Remote</strong>, clique na opção &#8220;Active Remote Access&#8221; (Ativar Acesso Remoto) e depois clique no botão &#8220;Launch Web Intarface&#8221; (Abrir Interface Web).</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3166" title="Configurações Transmission" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/04/transmission_config.png" alt="Configurações Transmission" width="545" height="521" /></p>
<p>A interface Web do programa irá abrir no seu navegador padrão assim:</p>
<div id="attachment_3167" class="wp-caption aligncenter" style="width: 563px"><a href="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/04/transmission_webinterface.png"><img class="size-large wp-image-3167  " title="Inerface Web Transmission" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/04/transmission_webinterface-1024x640.png" alt="Inerface Web Transmission" width="553" height="346" /></a><p class="wp-caption-text">Clique para Ampliar</p></div>
<p style="text-align: justify;">Na imagem acima a interface exibe o endereço em localhost, mas a aplicação fica disponível também acessando o endereço IP do computador ou pelo nome seguido da extensão <strong><em>.local</em></strong> .</p>
<p>Com esta informação em mente seguimos para o próximo passo.</p>
<h1>Acessando o Transmission pelo iPhone</h1>
<p>Com a informação do IP ou Nome do computador onde está rodando o Transmission, digite o seguinte endereço no Safari do seu iGadget:</p>
<p><em>http://[ip do computador]:9091/transmission/web/</em></p>
<p>ou</p>
<p><em>http://[nome do computador].local:9091/transmission/web/</em></p>
<p style="text-align: justify;">Se nas configurações de rede não estiver informando que o computador onde estará rodando o Transmission deve receber sempre o mesmo endereço de IP, então eu recomendo que o acesso seja feito usando a segunda opção, e utilizar o nome do computador. Isso irá assegurar que o endereço da interdace web do Transmission seja sempre o mesmo.</p>
<p>Todos os passos dando certo até aqui, a tela que irá ser exibida no Safari será esta:</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3170" title="Transmission no iPhone" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/04/IMG_0605.png" alt="Transmission no iPhone" width="448" height="672" /></p>
<p style="text-align: justify;">Agora finalizar com chave de ouro, falta apenas a página do Transmission ficar fácil de acessar, o que é possível fazer na dica a seguir.</p>
<h1>Criando um link para o Transmission no iPhone</h1>
<p style="text-align: justify;">No botão do meio em forma de seta no Safari do iOS abre algumas opções interessantes e a que nós vamos usar agora é a opção &#8220;Adicionar à Tela Início&#8221;, isso fara com que o endereço digitado no Safari seja exibido como se fosse um App do iPhone e fica dessa forma.</p>
<p><img class="aligncenter size-full wp-image-3171" title="Transmission App" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/04/IMG_0604.png" alt="Transmission App" width="448" height="672" /></p>
<p style="text-align: justify;">É isso seu nerd sedentário que chegou até aqui procurando por moleza, com esta dica agora é possível gerenciar seus torrents sentado no sofá sem ter que parar de ver seu filme.</p>
<p>Espero que tenha curtido a dica,</p>
<p>Abraço</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criando um repositório SVN em hospedagem do UOLHost</title>
		<link>http://blogdoplastico.com/2011/04/16/criando-um-repositorio-svn-em-hospedagem-do-uolhost/</link>
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		<pubDate>Sat, 16 Apr 2011 22:08:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plastico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como Faz]]></category>
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		<category><![CDATA[svn]]></category>
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		<description><![CDATA[Recentemente eu descobri que quem contrata uma hospedagem Linux pelo serviço do UOLHost tem liberado por padrão a criação Repositórios SVN. É isto mesmo, se seu plano de hospedagem do UOLHost foi em servidores Linux, ganha de brinde a possibilidade de ter um SVN Server. Quando fiquei sabendo disto achei bastante interessante e resolvi testar<a href="http://blogdoplastico.com/2011/04/16/criando-um-repositorio-svn-em-hospedagem-do-uolhost/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Recentemente eu descobri que quem contrata uma hospedagem Linux pelo serviço do UOLHost tem liberado por padrão a criação Repositórios <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Svn" target="_blank">SVN</a>. É isto mesmo, se seu plano de hospedagem do UOLHost foi em servidores Linux, ganha de brinde a possibilidade de ter um SVN Server.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando fiquei sabendo disto achei bastante interessante e resolvi testar o serviço, é uma pena que as página de atendimento ao cliente do UOLHost não possuem um tutorial se quer informando como fazer isto, e é por isto que este post existe, justamente para mostrar um passo-a-passo de como habilitar esta opção, que é relativamente simples.</p>
<p style="text-align: justify;">Vou mostrar aqui como é possível criar um repositório SVN baseando as configurações em linha de comando via terminal, já que em uma hospedagem linux esta na minha opinião é a forma mais fácil de configurar o servidor SVN. Para que os usuário de Windows não fiquem de fora, recomento utilizar o <a href="http://www.chiark.greenend.org.uk/~sgtatham/putty/download.html" target="_blank">Putty</a> um dos melhores terminais de acesso remoto para Windows e fácil de usar também.</p>
<p style="text-align: justify;">SVN Server</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro é preciso habilitar a hospedagem para servir de Servidor SVN, para isso faça o acesso ao servidor de hospedagem via ssh:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>ssh [usuário]@[seudominio.com.br]</em><br />
Usando o Putty, basta digitar o nome do domínio sem o www, se houver, será solicitada uma senha, no caso do Putty o usuário também tem que ser informado, a senha é a mesma utilizada para fazer acesso ao painel de controle do site. Se não souber o usuário, será preciso entrar em contato com o atendimento online e perguntar.</p>
<p style="text-align: justify;">Correndo tudo bem até aqui, na tela do terminal será exibida a &#8220;home&#8221; do usuário, não é neste diretório que os visitantes vêem o conteúdo do site e sim tudo que estiver abaixo de public_html, logo não se preocupe que não será tão fácil assim qualquer um ter acesso ao repositório do svn.</p>
<p style="text-align: justify;">Com o <strong>mkdir</strong> crie um diretório com o nome do repositório e em seguida execute o comando:</p>
<p style="text-align: justify;"><em>svnadmin create nomedodiretoriocriado/</em></p>
<p style="text-align: justify;">Dentro deste diretório serão criados todos os outros diretórios e arquivos de controle de versão que o svn usa. É possível criar um repositório com mais opções, aqui estou abordando a forma mais simples de executar.</p>
<p style="text-align: justify;">SVN Client</p>
<p style="text-align: justify;">Assumindo que você querido leitor já possui um cliente de SVN instalado na máquina, sigo em frente.</p>
<p style="text-align: justify;">Para que sua estação de trabalho seja aceita no repositório será preciso criar uma Work Copy (Cópia de Trabalho), para isto basta fazer um checkout do repositório que foi acabado de criar do lado do servidor que evidentemente estará vazio.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim que for escolhido o caminho onde ficará a cópia do repositório é só executar o mando abaixo, ou inserí-lo em um cliente de SVN com interface gráfica.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>svn checkout svn+ssh://usuario@dominio.com.br/home/usuario/nomedodiretoriocriado/</em><br />
Evidentemente alterando as informações conforme necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">É isso, agora é possível enviar seus <em>commits</em> de novas versões de documentos, programas e o que for diretamenta para a estrutura de hospedagem do UOLHost.</p>
<p style="text-align: justify;">Toda a documentação foi escrita da forma mais básica para demonstrar como funciona, mas quem quiser incrementar as configurações, por exemplo, sem precisar digitar a senha a cada commit, recomendo ler esta documentação aqui que ensina a fazer <a href="http://www.vivaolinux.com.br/dica/SSH-com-chave-publica-+-SVN-por-SSH/" target="_blank">Commit sem autenticação usando chave pública do ssh</a>.</p>
<p>Até Mais</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Atalho para seus Applescripts no Menubar do MacOSX</title>
		<link>http://blogdoplastico.com/2011/02/23/atalho-para-seus-applescripts-no-menubar-do-macosx/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 00:47:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plastico</dc:creator>
				<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[Como Faz]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[programação]]></category>
		<category><![CDATA[AppleScript]]></category>
		<category><![CDATA[Mac OS]]></category>

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		<description><![CDATA[Um usuário de Mac OS pelo menos uma vez na vida vai acabar se deparando com o termo &#8220;Applescript&#8220;. Os Applescripts são os &#8220;roteiros&#8221; de execução de comando baseados em uma linguagem bastante simples de utilizar criada pela Apple. Dominar esta linguagem é uma ótima maneira de automatizar algumas tarefas em um Mac. Faz mais<a href="http://blogdoplastico.com/2011/02/23/atalho-para-seus-applescripts-no-menubar-do-macosx/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
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			</a>
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<p style="text-align: justify;">Um usuário de Mac OS pelo menos uma vez na vida vai acabar se deparando com o termo &#8220;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Applescript" target="_blank">Applescript</a>&#8220;. Os Applescripts são os &#8220;roteiros&#8221; de execução de comando baseados em uma linguagem bastante simples de utilizar criada pela Apple. Dominar esta linguagem é uma ótima maneira de automatizar algumas tarefas em um Mac.</p>
<p style="text-align: justify;">Faz mais ou menos um ano que eu <a href="http://blogdoplastico.com/2010/02/10/meu-primeiro-applescript/" target="_blank">comecei a me interessar por Applescripts</a> e uma das dificuldades que eu tive na hora de utilizar um Applescript é  executá-lo, já que o procedimento padrão de dar 2 cliques no arquivo vai fazer com que ele seja aberto no Editor. =/</p>
<p style="text-align: justify;">Então eu descobri uma forma de executar os scripts que eu criava de forma rápida e simples, incluindo um atalho para eles no Menubar do Sistema.</p>
<p style="text-align: justify;">Para acessar os scritps rapidamente é preciso apenas dois passos:</p>
<p style="text-align: justify;">Primeiro é preciso que os arquivos de scripts estajam no diretório onde o sistema irá lê-los. Então adicione os arquivos de scripts criados em<strong> Biblioteca &gt; Scripts &gt; Applications &gt; Finder</strong>. O Finder aqui foi escolhido para que o script fique sempre à mostra, mas você pode associar scripts a um programa específico, como o Firefox ou o iTunes, por exemplo.</p>
<p style="text-align: justify;">Em seguida, abra o Editor de Applescripts, vá nas preferências e selecione a opção <strong>Mostrar Menu de Roteiros na barra de Menus</strong>, como na imagem abaixo.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/applescripts-editor-preferências.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3091" title="applescripts editor - preferências" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/applescripts-editor-preferências.png" alt="applescripts editor - preferências" width="482" height="342" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Um novo ícone aparecerá na Menubar, clicando em cima dele uma lista com os scripts que foram copiados é exibida.</p>
<p><a href="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/applescripts-atalho.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3092" title="applescripts - atalho" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/applescripts-atalho.png" alt="applescripts - atalho" width="221" height="71" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O que, não tem nenhum scripts para incluir? Eu fiz alguns e coloquei nesta <a href="http://blogdoplastico.com/applescripts/" target="_blank">página só com meus Applescripts</a>, se gostar de algum, pode baixar e usar, é &#8220;di grátis&#8221; <img src='http://blogdoplastico.com/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
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		<title>[Tutorial] &#8211; Eviando e-mails do Google Analytics direto para o Evernote</title>
		<link>http://blogdoplastico.com/2011/02/22/tutorial-eviando-e-mails-do-google-analytics-direto-para-o-evernote/</link>
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		<pubDate>Tue, 22 Feb 2011 13:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plastico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como Faz]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[analytics]]></category>
		<category><![CDATA[como se faz]]></category>
		<category><![CDATA[Evernote]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[. . . . . O Google Analytics é uma ferramente quase que obrigatória para usar se você um dia pensar em ter um blog, pois ele usa todo o poder da busca do google para gerar dados da audiência de qualquer endereço cadastrado, e totalmente de graça ainda por cima, basta que seja feito<a href="http://blogdoplastico.com/2011/02/22/tutorial-eviando-e-mails-do-google-analytics-direto-para-o-evernote/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;"><br />
</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #888888;">.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/analytics-to-evernote.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3069" title="analytics to evernote" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/analytics-to-evernote.png" alt="analytics to evernote" width="400" height="200" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O Google Analytics é uma ferramente quase que obrigatória para usar se você um dia pensar em ter um blog, pois ele usa todo o poder da busca do google para gerar dados da audiência de qualquer endereço cadastrado, e totalmente de graça ainda por cima, basta que seja feito um cadastro e que o dono do site/blog tenha acesso aos fontes para incluir um código que o Google fornece para poder analisar o site. Os recursos são tanto que valeria um post inteiro apenas para falar do que o Google Analytics oferece.</p>
<p style="text-align: justify;">Um serviço gratuito que também é muito bom, e que tem um propósito totalmente diferente do Google Analytics é o Evernote, uma ferramenta que oferece uma interface bastante amigável para criar notas de texto, imagens e pdf para serem visualizadas em qualquer lugar, através da internet, em clientes de desktop e dispositivos móveis, e melhor, suas notas ficam guardadas nas nuvens, salvas de qualquer pane que ocorra com seu computador. Eu já falei um pouco sobre o Evernote em um post que eu escrevi sobre <a href="http://blogdoplastico.com/2010/07/22/top-programas-de-produtividade-para-ios/" target="_blank">Apps de Produtividade para o iOS</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Seria interessante poder receber os relatórios do Google Analytics e acessá-los de onde quiser usando o Evernote, não é? Isso é possível de ser feito, e é mais simples do que parece.</p>
<p style="text-align: justify;">Para isto basta usar um recurso interessante que o Evernote fornece para criação de novas Notas. Além de criar notas pelo site do Evernote, pelos Clientes de Desktop e o cliente móvel, o Evernote também pode receber um email enviado por você para que uma nova nota seja criada. Para saber qual é o endereço de email que o Evernote fornece para criação de notas, faça login no site e Clique na opção <strong>Settings</strong> e encontre o tópico <strong>Emailing to Evernote</strong>. Guarde o endereço que é exibido nesta parte.</p>
<p style="text-align: justify;">Na página de relatórios do Google Analyitics selecione o site na opção <strong>Visualizar Relatórios</strong> no alto da página, um painel de controle será exibido. Escolha a opção e-mail no menu do lado esquerdo, na caixa <strong>Minhas Personalizações</strong> uma tela de edição de email programado será exibida, nela é possível escolher o assunto do email, a dwcrição do corpo da mensagem o formato do arquivo anexo que será enviado com o relatório (nesta opção escolha PDF). A peridiocidade com que os relatórios são enviados também pode ser configurada.</p>
<p style="text-align: justify;">Logo no começo das configurações temos a opcão <strong>Enviar para outras pessoas</strong> e é esta a opção que interessa agora, pois é neste campo que será incluído o email que o Evernote fornece.</p>
<p style="text-align: justify;">Após finalizar as opções de E-mail Programado a conta do Evernote será cadastrada com sucesso. Agora é só esperar os relatórios chegarem no seu Evernote de tempos em tempos e acessar a suas estatísticas de onde quiser.</p>
<p style="text-align: justify;">Na imagem abaixo eu te provo que funciona.</p>
<p><a href="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/Captura-de-tela-2011-02-21-às-23.31.54.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-3072" title="Relatório no Evernote" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/Captura-de-tela-2011-02-21-às-23.31.54.png" alt="Relatório no Evernote" width="288" height="574" /></a></p>
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		<title>[Tutorial] &#8211; Usando o Time Machine para Backups com um HD Externo Normal</title>
		<link>http://blogdoplastico.com/2011/02/11/tutorial-usando-o-time-machine-para-backups-com-um-hd-externo-normal/</link>
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		<pubDate>Fri, 11 Feb 2011 12:26:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plastico</dc:creator>
				<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[Como Faz]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Time Machine]]></category>

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		<description><![CDATA[O Time Machine é um software desenvolvido pela Apple para ser usado em seus sistemas para executar Backups periódicos. É um solução que funciona muito bem com a Time Capsule, que é basicamente um HD Externo de Luxo com capacidade de armazenamento de 1 ou 2 TB, nada impossível de alcançar hoje por menos do<a href="http://blogdoplastico.com/2011/02/11/tutorial-usando-o-time-machine-para-backups-com-um-hd-externo-normal/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">O Time Machine é um software desenvolvido pela Apple para ser usado em seus sistemas para executar Backups periódicos.<br />
É um solução que funciona muito bem com a <a href="http://store.apple.com/br/product/MC343BZ/A/Time-Capsule-1TB?fnode=MTY1NDA0Nw&amp;mco=MTMzODAzMjg" target="_blank">Time Capsule</a>, que é basicamente um HD Externo de Luxo com capacidade de armazenamento de 1 ou 2 TB, nada impossível de alcançar hoje por menos do que é vendido na loja da Apple e com o diferencial de poder ser acessado via rede sem fio pelo computador para fazer backups, ou pela Apple TV para fazer streaming de conteúdo.</p>
<p><img class="aligncenter size-medium wp-image-3019" title="Apple Time Capsule" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/apple-time-capsule_1-300x224.jpg" alt="Apple Time Capsule" width="300" height="224" /></p>
<p style="text-align: justify;">Mas a parte boa da história é que não é preciso ter uma Time Capsule para usar o Time Machine, qualquer HD Externo pode ser usado, e o processo em si é bastante simples.</p>
<p><strong>Formatação do HD</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Para que um HD Externo comece a ser usado pelo Time Machine para armazenar os seus Backups, é preciso que o Disco esteja Formatado em um padrão de escrita da Apple, este é talvez o processo mais complicado de todo este procedimento, e ainda sim é bem fácil de fazer.</p>
<p style="text-align: justify;">Com seu HD Externo Devidamente espetado no USB da máquina vá na Barra do Dock, e clique em <strong>Aplicativos &gt;&gt; Utilitários &gt;&gt; Utilitários de Disco</strong>, uma tela similar a da imagem abaixo vai aparecer com o Disco Externo mapeado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3021" title="Time Machine - Formatar HD" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/Time-Machine-01.png" alt="Time Machine - Formatar HD" width="564" height="386" /></p>
<p style="text-align: justify;">Como eu comprei um HD Externo dedicado a fazer os backups do Sistema Operacional, eu criei apenas uma partição e dei a ela o nome de <em>My Capsule</em>, mas isto não é uma obrigação, o disco pode conter mais de uma partição, e pode ser usado tanto para os Backups com a Time Machine, quanto para copiar arquivos pessoais, sem que uma partição interfira na outra. A únca recomendação que eu acho importante é deixar uma partição de pelo menos duas vezes o tamanho do disco do iMac ou do Macbook para pode executar backups com uma certa folga.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a definição do particionamento basta apenas escolhar  formato, neste caso eu escolhi a opção <strong>Mac OS Expandido</strong>, porque desta forma eu consigo inicializar o sistema a partir do HD Externo, opção perfeita para o caso de algo acontecer com o Disco Interno do Mac.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Importante:</strong> Toda a Formatação de Disco é um processo destrutivo, se no HD existirem dados, depois da formatação eles serão perdidos, então certifique-se de ter uma eventual cópia em algum outro lugar.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3024" title="Time Machine - Icone do HD" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/Time-Machine-04.png" alt="Time Machine - Icone do HD" width="545" height="317" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Efetuando Backups com o Time Machine</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Após a formatação do Disco, que pode levar um tempo dependendo se o disco já continha dados ou não, o ícone do HD mudará como na imagem acima, isso mostra que o Time Machine agora entende que este é um disco que ele pode usar como Backup.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora que o disco está devidamente formatado, abra o Time Machine em <strong>Aplicativos &gt;&gt; Time Machine</strong> (existe outro atalho para a Time Machine nas &#8220;Preferências de Sistema&#8221;), na tela serão exibidas as informações sobre os Backups, mais antigo, mais recente e quando será a proxima execução. Selecione o disco recém criado e apenas aguarde que o processo de backup seja iniciado.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3023" title="Time Machine - Primeiro Backup" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/Time-Machine-03.png" alt="Time Machine - Primeiro Backup" width="565" height="386" /></p>
<p style="text-align: justify;">É possível remover da rotina algumas pastas que não são do Sistema, por exemplo, isto fará com que os backups sejam mais enchutos. No meu caso eu optei por não copiar as pastas de Músicas e Filme, já que estas duas eu mantenho cópias em um outro HD.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-3025" title="Time Machine - Configurações" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2011/02/Time-Machine-05.png" alt="Time Machine - Configurações" width="526" height="422" /></p>
<p style="text-align: justify;">A não ser que a utilização do Sistema seja intensa, e você precise constantemente de cópias de segurança, não vejo motivo para deixar o Time Machine configurado para executar um Backup de hora em hora, no meu caso eu optei por deixar um atalho na barra da Mesa e executar meus backups manualmente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Dica:</strong> Duas Boas opções de Programas para agndamento de Backups são o <a href="http://timesoftware.free.fr/timemachineeditor/" target="_blank">Time Machine Editor</a> e o <a href="http://www.klieme.com/TimeMachineScheduler.html" target="_blank">Time Machine Scheduler</a>, ambos grátis e funcionam no Leopard e Snow Leopard.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Controle seus Podcasts para que o iTunes não encha seu Disco</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Nov 2010 11:32:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plastico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como Faz]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mac OS]]></category>
		<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[apple]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de utilização do iTunes]]></category>
		<category><![CDATA[iTunes]]></category>

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		<description><![CDATA[O iTunes na minha opinião é a ferramenta definitiva para gerenciar seu conteúdo digital, além de ser uma loja online e um tocador de streaming de áudio e vídeo, é o tudo em um da Apple pra ser mais preciso, se você é usuário de MacOS ou Windows não existe desculpa para não usa-lo, infelizmente<a href="http://blogdoplastico.com/2010/11/20/controle-seus-podcasts-para-que-o-itunes-nao-encha-seu-disco/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">O iTunes na minha opinião é a ferramenta definitiva para gerenciar seu conteúdo digital, além de ser uma loja online e um tocador de streaming de áudio e vídeo, é o tudo em um da Apple pra ser mais preciso, se você é usuário de MacOS ou Windows não existe desculpa para não usa-lo, infelizmente os adeptos do Pinguim são simplesmente ignorados pelo titio Istivi.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-2705" title="iTunes 10" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2010/11/iTunes-10.png" alt="iTunes 10" width="429" height="107" /></p>
<p style="text-align: justify;">Sistemas à parte, a minha dica se refere aos Podcasts que você assina, ouve e acaba não removendo do seu computador, fazendo com que o disco encha sem que você perceba.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2010/11/iTunes-Podcasts.png"><img class="aligncenter size-full wp-image-2708" title="iTunes Podcasts" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2010/11/iTunes-Podcasts.png" alt="iTunes Podcasts" width="433" height="346" /></a><br />
<em>Clique para ampliar</em></p>
<p style="text-align: justify;">Clique em Podcasts no Menu de Biblioteca do lado esquerdo do iTunes, em seguida clique em <em>Ajustes&#8230;</em> no rodapé, um box igual o da imagem acima irá aparecer, escolha a opção desejada em <em>Episódios que Deseja Manter</em> e pronto, nada mais de podcasts esquecidos no seu Disco.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Fazendo Insert de BLOB com Perl no MySQL</title>
		<link>http://blogdoplastico.com/2010/08/22/fazendo-insert-de-blob-com-perl-no-mysql/</link>
		<comments>http://blogdoplastico.com/2010/08/22/fazendo-insert-de-blob-com-perl-no-mysql/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 23 Aug 2010 01:19:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plastico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Como Faz]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Geek/Nerd]]></category>
		<category><![CDATA[Linux]]></category>
		<category><![CDATA[Perl]]></category>
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		<category><![CDATA[blob]]></category>
		<category><![CDATA[dicas de programação em Perl]]></category>
		<category><![CDATA[MySQL]]></category>

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		<description><![CDATA[Este exemplo que colocarei aqui foi algo que procurei bastante na internet para um script que eu estava fazendo e não achei nanhuma informação de credibilidade sobre o assunto, achei estranho, ao final acabei fazendo do jeito mais obvio, e na minha cabeça o mais improvável, e não é que deu certo! E já que<a href="http://blogdoplastico.com/2010/08/22/fazendo-insert-de-blob-com-perl-no-mysql/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="tweetmeme_button" style="float: right; margin-left: 10px;">
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Este exemplo que colocarei aqui foi algo que procurei bastante na internet para um script que eu estava fazendo e não achei nanhuma informação de credibilidade sobre o assunto, achei estranho, ao final acabei fazendo do jeito mais obvio, e na minha cabeça o mais improvável, e não é que deu certo! E já que funcionou tão bem, vou dividir mais este com a galera.</p>
<p><strong>Antes de Começar:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Certifique-se que você tenha conexão com uma base de dados que contenha campos do tipo BLOB. Caso não tenha uma tabela com BLOB ai vai um exemplo:</p>
<p><em>CREATE TABLE `user` (<br />
`user_id` int(5) unsigned NOT NULL auto_increment,<br />
`user_name` varchar(255) character set latin1 collate latin1_bin NOT NULL default &#8221;,<br />
`user_password` tinyblob NOT NULL,<br />
`user_email` tinytext NOT NULL,<br />
`user_options` blob NOT NULL,<br />
PRIMARY KEY  (`user_id`),<br />
UNIQUE KEY `user_name` (`user_name`),<br />
KEY `user_email_token` (`user_email_token`)<br />
) ENGINE=MyISAM DEFAULT CHARSET=latin1 AUTO_INCREMENT=30 ;</em></p>
<p style="text-align: justify;">No exemplo acima definimos o &#8220;user_options&#8221; como uma série de configurações padrão para criação de um novo usuário que serão lidas por uma aplicação que fará o acesso ao banco através de um arquivo .txt , chamaremos este arquivo de <strong><em>template.txt</em></strong>.</p>
<p>Abaixo vai o código comentado:</p>
<p><em>#!/usr/bin/perl</em></p>
<p><em>#[ Use estes dois aqui sempre, esta lah no livro de boas praticas ]<br />
use warnings;<br />
use strict;<br />
#[ Este aqui eh usado para acessar o banco ]<br />
use DBI;</em></p>
<p><em>#[ Outras variaveis ]<br />
my $login = &#8220;usertest&#8221;;<br />
my $email = &#8220;usertest@email.com&#8221;;</em></p>
<p><em>#[ Variavel que ira receber o arquivo inicialmente zerada ]<br />
my $options = &#8220;&#8221;;</em></p>
<p><em>#[ Abrimos o arquivo e armazenamos em uma variavel ]<br />
open(FILE, &#8220;template.txt&#8221;) or die &#8220;File cannot be read&#8221;;<br />
read(FILE, $options, 1153);<br />
close(FILE);</em></p>
<p><em>#[ Conecta no banco ]<br />
my $dbh = DBI-&gt;connect(&#8220;DBI:mysql:<strong>nome da tabela</strong>&#8220;, &#8216;<strong>usuario</strong>&#8216;, &#8216;<strong>senha</strong>&#8216;) or die &#8220;Impossivel conectar no Servidor: $DBI::errstr&#8221;;</em></p>
<p><em>#[ Inserindo os dados ]<br />
$query  = &#8220;INSERT INTO <strong>nome da tabela</strong>.user (user_name,user_email,user_options) VALUES (?, ?, ?, ?)&#8221;;<br />
$insert = $dbh-&gt;prepare_cached($query);<br />
$insert-&gt;execute($login, $email, $options) or die &#8220;Impossivel conectar no Servidor: $DBI::errstr&#8221;;<br />
print &#8220;Usuario $login adicionado com sucesso!\n&#8221;;</em></p>
<p><em>#[ Desconecta do Banco ]<br />
$dbh-&gt;disconnect;<br />
<em></em></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conciderações finais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Lembre-se que o Perl irá procurar o arquivo no mesmo diretório onde o script se encontra, caso o script e o arquivo a ser carregado estejam em diretórios diferentes altere a linha &#8220;open&#8221; com o caminho completo do arquivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O número que existe na linha <em> &#8220;<strong>read(FILE, $options, 1153);</strong>&#8221; </em>significa o tamanho do arquivo em kbites.<em><br />
</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Para saber mais</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://dev.mysql.com/doc/refman/5.0/en/blob.html" target="_blank">Documentação Oficial do MySQL sobre BLOB</a><br />
<a href="http://dbi.perl.org/" target="_blank">Documentação Oficial do Perl DBI</a></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Rodando jogos de Neo Geo CD no PSP</title>
		<link>http://blogdoplastico.com/2010/08/20/rodando-jogos-de-neo-geo-cd-no-psp/</link>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 14:09:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Plastico</dc:creator>
				<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Gadgets]]></category>
		<category><![CDATA[Games]]></category>
		<category><![CDATA[psp]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das coisas mais legais de possuir um PSP é a vantagem de não se limitar exclusivamente a jogos deste console. A capacidade de emulação do console portátil da Sony é um atrativo muito grande na hora de escolher qual video game portátil comprar. Imagine que um só console é possível rodar jogos de Super<a href="http://blogdoplastico.com/2010/08/20/rodando-jogos-de-neo-geo-cd-no-psp/">&#160;&#160;[ Read More ]</a>]]></description>
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			</a>
		</div>
<p style="text-align: justify;">Uma das coisas mais legais de possuir um PSP é a vantagem de não se limitar exclusivamente a jogos deste console. A capacidade de emulação do console portátil da Sony é um atrativo muito grande na hora de escolher qual video game portátil comprar.</p>
<p style="text-align: justify;">Imagine que um só console é possível rodar jogos de Super Nes, Mega Drive, Master System, Game Boy, Atari&#8230;e a lista não para por ai, recentemente eu descobri que também é possível rodar jogos de Neo Geo CD com a mesma qualidade dos Arcades da década de 90 e eu vou mostrar aqui como faz.</p>
<p><strong>Baixando e Instalando o Emulador</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O primeiro passo é baixar o <a href="http://www.4shared.com/file/27523451/e3b9bab4/newsinsideorgncdzpsp_230_3xx_user.html">Emulador de Neo Geo CD para PSP</a>, em seguida descompacte o emulador e copie a pasta para dentro de <strong>PSP/GAME</strong>. Este emulador vem com dois arquivos faltando <img src='http://blogdoplastico.com/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' />   mas não se desespere, eu coloquei aqui o <a href="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2010/08/Complemento.zip">Complemento que falta para o emulador de Neo Geo CD</a>, dentro do arquivo ZIP estão os arquivos NEOCD.bin e 000-lo.lo, sem eles você não vai conseguir emular os jogos corretamente, basta salvar os dois arquivos dentro do diretório do NCDZPSP que foi criado em PSP/GAME.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a instalação o emulador vai aparecer assim no console.</p>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2569" title="NCDZPSP" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2010/08/18082010302-1024x768.jpg" alt="NCDZPSP" width="498" height="374" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Instalando os Jogos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Existem diversos sites especializados em baixar ROM&#8217;s de Neo Geo CD, uma pesquisa simples no Google resolve seu problema, o que eu vou ensinar aqui é como rodar os jogos, que infelizmente não é só copiar para dentro da pasta do emulador.</p>
<p style="text-align: justify;">Os Jogos de Neo Geo CD vem sempre um formato zip que dentro contém uma imagem ISO do jogo e vários arquivos em MP3, usando o Winrar (para quem usa windows) ou outros programas de descompactação, extraia o conteúdo do arquivo ISO para um diretório. Em seguida comprima os arquivos extraídos, SÓ OS ARQUIVOS e não a pasta com os arquivos, criando um arquivo zip com o nome do jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">Crie uma Pasta chamada mp3 e coloque nela todos os arquivos mp3 que vieram no zip original do jogo.</p>
<p style="text-align: justify;">No final a pasta do jogo deve ficar assim:</p>
<p style="text-align: justify;">Metal Slug/ &lt;~ pasta com o nome do jogo</p>
<p style="text-align: justify;">&#8212;&#8212;&gt; Metal Slug.zip &lt;~ Arquivo Zip com o Conteúdo da ISO</p>
<p style="text-align: justify;">&#8212;&#8212;&gt; mp3/ &lt;~ pasta com os arquivos mp3 que vieram no zip original</p>
<p style="text-align: justify;">Se não existir uma pasta chamada rom dentro de NCDZPSP então crie-a e copie o conteúdo do jogo &#8220;Metal Slug&#8221; para dentro da pasta rom e pronto, ligue o console e inicie o emulador como se fosse um jogo, assim que ele iniciar irá exibir as pastas de jogos que foram salvas dentro do cartão de memória, é só escolher o jogo e sair jogando.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-large wp-image-2570" title="Metal Slug" src="http://blogdoplastico.com/wp-content/uploads/2010/08/18082010303-1024x768.jpg" alt="Metal Slug" width="498" height="374" /><br />
<em>Metal Slug para Neo Geo CD rodando no PSP <img src='http://blogdoplastico.com/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </em></p>
]]></content:encoded>
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