Pessoal, Pragas

O Hospital Brasil faz jus ao nome que tem

Peço licença as leitores do Blog, pois vou usar este canal para compartilhar uma experiência que eu vivi recentemente em um conhecido hospital de Santo André, o Hospital Brasil, quero deixar registrado aqui os problemas que tive que enfrentar, para que num futuro próximo isso não ocorra com mais ninguém, segue abaixo uma cópia do email que eu enviei para a ouvidoria do hospital, caso exista uma resposta, também divulgarei aqui:

Boa Noite,

estou enviando este email para relatar os acontecimento que ocorreram comigo no dia 17/01/2011, quando eu precisei ser atendido no pronto atendimento do Hospital Brasil.

Cheguei ao Pronto Atendimento do Hospital Brasil por volta das 15:45hrs, e logo fui informado que o tempo de espera para o atendimentoo com o Clínico Geral estava demorando em torno de DUAS HORAS. Resolvi esperar, afinal eu precisava de cuidados médicos e não poderia simplesmente ir embora.
Depois de agurardar o tempo que foi preciso para passar pela sala de triagem e depois com a médica, Doutora Maria José A. P. Barbosa, eu fui informado por ela que o meu problema era uma forta infecção de garganta e que eu deveria aguardar para receber a medicação, e que me seria fornecido um atestado médico para permanecer em repouso até quarta-feira, dia 19.

Pois bem, após ultrapassar as 2 horas que me foram informadas na recepção eu ainda estava aguardando para ser medicado, quando por fim meu nome foi chamado eu fui atendido por uma enfermeira que se apresentou com o nome de Jaqueline, que me colocou em uma sala com mais algumas pessoas para receber medicação intra-venosa, esta mesma enfermeira me disse que eu deveria chamá-la assim que o soro tivesse terminado. Eu até faria isso com todo prazer, se a enfermeira não tivesse DESAPARECIDO, tanto que eu é que tive que alertar uma outra enfermeira que andava pela sala de que o soro havia terminado e que o sangue estava começando a voltar!

Creio que para este caso, uma imagem vale mais do que mil palavras:

Hospital Brasil fail

Não sou nenhum especialista, mas acredito que em nenhum caso deva ser uma coisa boa ver meu sangue sendo jorrado devolta por um cano, a não seu que eu esteja fazendo doação de sangue, o que não era o caso.

Depois disse a outra enfermeira, já que a Jaqueline como eu mencionei havia sumido, me levou a uma outra sala para fazer inalação, e o cuidado com o paciente é “tamanho” que esta outra enfermeira me disse que assim que o conteúdo da inalação terminasse eu poderia ir embora, e não voltou mais, se eu simplesmente me levantasse e fosse embora ninguém nem ia ficar sabendo, nem uma passada cinco minutos depois para ver como eu estava indo, nada, descaso total!

E para finalizar eu havia mencionado acima sobre o atestado médico, pois bem, eu finalizei a minha consulta, a medicação e a inalação sem que estivesse com o atestado em mãos, quando fui novamente até a recepção para pegar o atestado eles me informaram que quem deveria fornecê-lo era a própria médica, e quão grande não foi a minha surpresa quando me informaram que a Doutora Maria José já tinha ido embora? Esta surpresa só não foi maior do que a surpresa de descobri que uma outra médica, a Doutora Ariadne Stacciarini Dantas se recusou a fornecer o atesdado dos dias que me foram informado e me deu um atestado somente das horas da minha permanência no hospital, ou seja, amanhã, dia 18/01 eu serei obrigado a comparecer na minha empresa, mesmo que não esteja em plenas condições de exercer a minha função.

Não, ainda não acabou…ao sair do hospital depois de tudo o que já havia passado, finalmente fui até uma farmácia para comprar os medicamentos que me foram receitados, e como se não tivesse surpresas demais para um único dia ainda fui agraciado com mais uma, quando o farmacêutico me disse que a Doutora Maria José A. P. Barbosa NÃO HAVIA INFORMADO A DOSAGEM DO MEDICAMENTO QUE ME FOI RECEITADO!!! Já que segundo o farmacêutico, existia o mesmo medicamento com dosagem de 50mg e 100mg. “E agora?” pensei comigo mesmo, sem saber o que fazer tive que escolher por minha conta e risco qual dos dois levar e rezar a Deus que estivesse fazendo a escolha certa, já que uma médica registrada no conselho regional de Medicina desde 1984 (sim, eu fui fazer esta checagem), não soube informar. O que imagino eu, estaria calejada de saber, já que atua na área de medicina a tanto tempo.

É triste ter que pagar caro por um plano de saúde e ter que conviver com atitudes de hospital público, coisa da qual eu jurava ter me livrado, só espero que este email consiga surtir algum efeito já que com os acontecimentos de hoje é muito dificil voltar a depositar credibilidade no Hospital Brasil e deixar a minha saúde na mão de pessoas tão falhas.

Sinceramente,


Reinaldo Marques de Lima

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...